Internacional

A presença militar estadunidense em Okinawa e as tensões entre China e Japão 

Estação Aérea do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, em Futenma, Okinawa, em 2016 (Crédito: Suikotei/CC BY-SA 4.0/Wikimedia Commons)

Por Aline Gomes de Albuquerque Correia* [Informe OPEU] [Japão] [China] [Okinawa] 

A imposição de tarifas mais elevadas no comércio internacional por parte da nova administração de Donald Trump (2025-) afetou até seus aliados mais tradicionais, acarretando uma série de repercussões que ainda estão a se desenrolar. O Japão foi um dos países que buscaram alternativas à sua política externa para lidar com as tarifas impostas. Em meio a críticas à queda na qualidade de vida e aos aumentos do custo de vida domésticos durante o governo do primeiro-ministro Ishiba Shigeru (2024-2025), o Japão tomou medidas para se aproximar de países como Índia. Apesar de suas desconfianças, devido ao passado colonial japonês, China e Coreia do Sul também deram indícios, em junho de 2025, da possibilidade de uma aliança trilateral para lidar com as medidas protecionistas dos Estados Unidos. 

De acordo com pesquisa do jornal The Japan Times de julho de 2025, em torno de 61% dos entrevistados consideram que sua qualidade de vida piorou no último ano. Outra enquete, publicada pelo jornal The Asahi Shimbun no mês seguinte, mostra que 60% dos lares japoneses relatam que a alta dos preços vem dificultando sua vida. Junto com o problema da baixa natalidade e um crescimento considerável da presença turística nos anos após a pandemia da covid-19, sentimentos anti-imigração e xenofóbicos ganharam mais força nesse ano. Nesse cenário, a eleição parlamentar de julho marcou a perda de espaço do Partido Liberal Democrata (PLD), do primeiro-ministro, tornando seu governo o de minoria pela primeira vez em 15 anos. Ishiba não renunciaria até setembro, após conseguir um acordo com o governo Trump para aliviar as tarifas referentes a produtos japoneses. 

Dessa forma, ficou a cargo do PLD eleger de forma interna um novo representante para o cargo de premiê. Em 4 de outubro de 2025, o partido escolheu Takaichi Sanae. Ela se tornou a primeira mulher a assumir a função, em meio uma eleição interna conturbada, devido ao rompimento, pela primeira vez em 26 anos, da coalizão com o partido Komeito. Com uma retórica que enfatiza a necessidade de maior militarização do Japão, visões conservadoras acerca de assuntos como direitos da população LGBT+ e ataques à população estrangeira no país, pouco mais de 3% do total de 123,8 milhões de habitantes, Takaichi é representante da direita ultraconservadora japonesa e protegida do falecido Abe Shinzo (1954-2022). Em meio a inúmeras tentativas de negar os crimes de guerra durante a colonização de países da Ásia, essa ala defende a necessidade de revisão da Constituição do país. 

Bilateral Meeting Japan (gc67_9410) | Rafael Mariano Grossi,… | Flickr(Arquivo) Takaichi Sanae Shugiin, então ministra de Estado para a Segurança Econômica do Japão, em encontro bilateral na 67ª Conferência Geral da AIEA, na sede da Agência, em Viena, Áustria, em 25 set. 2023 (Crédito: Dean Calma/AIEA/Flickr)

A primeira-ministra levou o Japão aos holofotes, ao discursar de forma dura contra a China, em 7 de novembro de 2025. Ao ser questionada sobre respostas oficiais a um possível bloqueio naval entre Filipinas e Taiwan, Takaichi declarou, ao Parlamento japonês, que o avanço de navios chineses sobre Taiwan representaria uma crise existencial para o Japão. Tal afirmação é uma referência direta à Legislação para a Paz e a Segurança (平和安全法制 heiwa anzen hôsei, no original), pacote legislativo aprovado no governo de Abe (2012-2020) como um adendo à Constituição para permitir ao Japão recorrer a medidas de defesa em situações de crise existencial (存立危機事態 sonritsu kiki jitai, no original). 

De forma imediata, o cônsul-geral chinês em Osaka, Xue Jian, criticou a fala, em um post já apagado na rede social X/antigo Twitter. Ao longo dos dias seguintes, medidas que variavam de caráter militar, econômico e mesmo cultural foram estabelecidas, com base na fala da primeira-ministra. O embaixador japonês na China, Kenji Kanasugi, foi convocado para prestar explicações, e o embaixador chinês no Conselho de Segurança da ONU, Fu Cong, afirmou, em 18 de novembro, que o Japão, um dos membros rotativos mais atuantes do órgão, era um país inepto para ocupar tal espaço. Filmes japoneses prestes a entrar em cartaz na China foram cancelados, grupos musicais e artistas de ambos os países tiveram de cancelar suas apresentações. Além disso, o governo chinês recomendou evitar viagens ao vizinho insular. Se mantida, a medida pode trazer prejuízos ao Japão, já que os chineses compõem cerca de 20% do total dos turistas que visitam o território todo ano 

Em meio a esse cenário, a aliança com os Estados Unidos é considerada um trunfo contra um possível avanço chinês. A possibilidade de escalada de tensões mobilizaria uma força de cerca de 55 mil soldados presentes no arquipélago japonês. A maior parte desse número se encontra na província de Okinawa, nas ilhas de Ryûkyû, um posto-chave para a aliança estratégica entre os dois países.  

A província militarizada 

Okinawa se destaca entre as 47 províncias que compõem o Estado japonês, sendo a mais distante do chamado “centro” do Japão. Localizada a cerca de 640 km da ilha de Kyûshû, mais ao sul do Japão e composta pelas ilhas de Okinawa, Sakishima e Daitô, a província é caracterizada muitas vezes como o Havaí do Japão. O clima tropical e a distância do centro do país movimentaram o interesse pela indústria do turismo na província, como destaca Tze Loo em seu artigo “Paradise in a war zone …”, de 2019. Em contraste com a propaganda paradisíaca, Okinawa também é onde cerca de 70% da presença militar dos Estados Unidos se encontra desde a década de 1970. Compondo pouco menos de 1% do território total do Japão, Okinawa é classificada como um pilar para a segurança do Pacífico desde o período da Guerra Fria, assim como para a política externa entre Japão e EUA. 

Antes de fazer parte do Japão oficialmente, Okinawa era chamada de Reino de Ryûkyû, um reino vassalo da dinastia Ming da China. O porto de Naha, atual capital de Okinawa, tornou-se um ponto central de comércio marítimo para a região da Ásia nos séculos XIV e XV. Com o decreto de fechamento do Japão, também considerado vassalo da China, no início do século XVII, o país foi dividido em domínios comandados por senhores locais e, em 1609, o domínio de Satsuma invadiu Ryûkyû, o que permitiu que o reino mantivesse relação próxima com a China. Simultaneamente, a China também deixou o Japão continuar em Ryûkyû para poder observar com mais cuidado as ações de seu vassalo. 

Com a chegada dos Estados Unidos aos portos do Japão e de Ryûkyû em 1853, o Japão se viu acuado e deixado para trás em um mundo modernizado. A derrubada do xogunato, a restauração do imperador ao poder e a adoção de um corpo militar e de uma Constituição moldados no exemplo europeu marcaram o início do império do Japão em sua busca por se tornar um Estado moderno. Para isso, era necessário cortar a influência chinesa dentro de Ryûkyû e assegurar que o domínio fosse parte das fronteiras bem estabelecidas do novo Japão. O primeiro passo aconteceu em 1874, com a invasão de Taiwan por parte do Japão após nativos de Miyako, parte de Ryûkyû, serem mortos por nativos. Com esse argumento inicial, os anos seguintes viram o aumento da presença japonesa e, em 1879, Ryûkyû foi oficialmente anexada ao Japão. É importante ressaltar que a China, em meio aos eventos que caracterizariam o chamado “Século de Humilhações” e ganhando a alcunha de “O Homem Doente da Ásia”, não reconheceu a tomada do Japão sobre Ryûkyû. Seria apenas com sua derrota na guerra Sino-Japonesa (1894-1895) e com o Tratado de Shimonoseki que tanto Ryûkyû quanto Taiwan acabariam reconhecidos como parte do Japão. 

O processo de assimilação de Ryûkyû começou pelo nome, deixando de lado a leitura similar à chinesa (Liuquiu) e passando a ser chamada de Okinawa. Ao mesmo tempo, a região também foi negligenciada por ter poucos recursos a serem explorados e por seus cidadãos serem considerados de “segunda categoria”. Como consequência, tornou-se um espaço pouco desenvolvido. Durante o período da Segunda Guerra Mundial, Okinawa foi usada como resistência aos avanços dos inimigos do Japão para que não chegassem ao centro do país. A estratégia deixou cerca de 100 mil cidadãos locais mortos, no período de abril a agosto de 1945. 

Mapa de Okinawa (Crédito: T.Kambayashi. Fonte: Wikimedia Commons)

Com a derrota e a rendição do Japão, os Estados Unidos comandaram a ocupação que visava a impedir que o país voltasse a ser uma ameaça no futuro. Nesse cenário, Okinawa também foi ocupada. Essa política permaneceu, porém, mesmo após o retorno da soberania ao Japão, em 1952. Okinawa foi um caso extraordinário, em que a região foi mantida em um limbo judicial e legal, até o ano de 1972, quando voltou oficialmente a ser parte do Japão. Mesmo assim, as bases militares dos Estados Unidos continuam lá até a atualidade, reificando uma realidade de contestação e protestos acerca dessa presença. 

O pilar da presença dos Estados Unidos no Japão 

Se, inicialmente, a perspectiva dos EUA era assegurar que o Japão continuasse a ser sempre inofensivo, à medida que a ocupação avançou, tais objetivos mudaram. Com a ascensão do Partido Comunista na China e a União Soviética vista como uma ameaça iminente, o Japão era componente essencial para a continuidade de sua influência na região. Teve início, então, o Curso Reverso na Ocupação (逆ー, gyaku coosu, no original). Nesse período, processos de punição e desmilitarização de empresas foram desacelerados para que o Japão pudesse se estabilizar de forma mais célere e se manter como aliado dos Estados Unidos. 

Nesse cenário, Okinawa se tornou espaço essencial para operações militares dos EUA, sendo utilizada como base nas guerras da Coreia (1950-1953) e do Vietnã (1955-1975). De forma simultânea a tal processo de militarização, cidadãos de Okinawa se uniam a moradores de outras partes do país em protestos contra as bases militares. Na visão do cidadão comum do país ainda traumatizado com a memória da guerra, a presença dessas instalações resultaria em futuros conflitos, como relata Nick Kapur em seu livro Japan at the Crossroads: Conflict and Compromise after Anpo (Harvard University Press, 2018). Apesar das inúmeras manifestações por todo o país durante a década de 1950, Japão e Estados Unidos firmaram em 1960 o Tratado de Segurança, que permitia aos EUA manter bases no território. Okinawa foi mantida sob tutela estadunidense até o ano de 1972, e as bases removidas do centro do Japão foram realocadas para lá.  

Durante esse período, crimes de diversos tipos foram cometidos por soldados estadunidenses, incluindo estupros, depredação de território, violência exacerbada e destruição da fauna e flora, como relata Jon Mitchel no livro Poisoning the Pacific: The US Military’s Secret Dumping of Plutonium, Chemical Weapons, and Agent Orange (Bloomsbury Publishing, 2024), e Kozue Akibayashi e Suzuyo Takazato, na obra de Catherine Lutz, The Bases of Empire. The Global Struggle against U.S. Military Posts (Pluto Books, 2008). A discussão oficial sobre o retorno da região ao Japão ficou limitada ao seu governo e dos Estados Unidos, que decidiram que Okinawa seria o destino da maior parte das bases militares. 

Okinawa voltou aos holofotes internacionais em setembro de 1995, quando uma menina de 12 anos foi sequestrada e estuprada por três soldados da Marinha estadunidense. Pela primeira vez após o esfriamento dos protestos, manifestações de grande porte foram organizadas, reunindo mais de 80 mil pessoas. Em meio aos protestos e à urgência de uma resolução que não pusesse a cooperação bilateral em risco, surgiam vários fatores que demonstrariam a complexidade da existência de Okinawa. Enquanto diversas pessoas pediam o fechamento total das bases, sindicatos representando trabalhadores argumentavam em sua defesa: como parte da economia local, elas empregam diversos cidadãos nascidos em Okinawa. O governo de Masahide Ota (1925-2017), apoiador dos protestos, falhava em elaborar um plano econômico para lidar com os possíveis efeitos da remoção das bases, ao mesmo tempo em que sofria pressão para aceitar a manutenção da presença militar na região com a promessa de investimentos e medidas de desenvolvimento por parte da administração nacional de Eisaku Sato. 

Finalmente, em 1996, os governos nacionais concordaram em fechar a base de Futenma. Localizada em uma cidade residencial, tal instalação é considerada uma das bases mais perigosas do mundo. No mesmo acordo, estabeleceu-se, porém, que uma base seria construída em Henoko, na cidade de Nago. Essa realocação das bases foi alvo de inúmeros protestos e continua a ser um dos grandes contenciosos dentro da relação bilateral entre Estados Unidos e Japão. Pesquisas da época já demonstravam o repúdio dos cidadãos à construção, com o governo japonês passando por cima das vozes locais para levar o projeto adiante. O texto “Okinawa: Women, Bases and US – Japan Relations”, de 2004, de Yumiko Mikanagi, destaca esse repúdio e, especialmente, a participação feminina em tal contestação – o que é bastante compreensível. Os crimes cometidos por soldados continuam a acontecer, provocando um caldeirão de políticas divergentes que vão desde as vontades dos membros da comunidade local até a manutenção das diretrizes do Tratado de segurança entre os dois países. 

O caldeirão de interesses: Estados Unidos, Japão, China e Okinawa 

Em meio às inúmeras mudanças da década de 1990, o fim do conflito bipolar e a aparente vitória do Estado moderno capitalista e democrático abriram espaço para um maior questionamento sobre a presença estadunidense em solo estrangeiro. Somado aos protestos como os de Okinawa, a perspectiva de uma mudança de paradigma parecia estar próxima. Contudo, a crise do mercado de ações e imobiliária japonesa nesse período trouxe ao Japão um panorama de incertezas que caracteriza a identidade do país nos últimos 40 anos. Ao mesmo tempo em que sua economia estagnava após décadas de crescimento, a participação do Japão na Guerra do Golfo (1990-1991) trouxe uma crise de legitimidade sob a ótica internacional. De forma concomitante, o crescimento da China contribuiu para essa sensação de apagamento do Japão na região. Em conjunto às críticas a sua baixa contribuição para a manutenção da paz internacional, sendo chamado por parte da literatura de país “anormal”, o passado do Japão também pesa, na medida em que as possibilidades de maior militarização são vistas com desconfiança por parte dos vizinhos que sofreram nas mãos do antigo império japonês. A relação com os Estados Unidos é o pilar, pelo qual a política externa japonesa vem-se guiando acerca das questões de segurança internacional. 

Tal posição é alvo de críticas no âmbito doméstico tanto por setores da esquerda quanto da direita do espectro político japonês. As falas da primeira-ministra Takaichi representam a visão da direita conservadora, segundo a qual é necessário o Japão se militarizar, de acordo com seu nível de relevância no cenário internacional e ante as ameaças de China e Coreia do Norte na região. A continuidade praticamente ininterrupta do comando do governo por parte do Partido Liberal Democrata desde a década de 1955 favorece tal cenário, em que vozes mais conservadoras ganham mais espaço no cenário doméstico. E, a partir dessas retóricas conservadoras, medidas de securitização são vistas como essenciais e acabam passando por cima de outras pautas, como é o caso da situação de Okinawa. 

Em meio à crise política entre China e Japão, existe Okinawa. A província foi base de operações durante a chamada Guerra ao Terror, sendo vital para o avanço dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, Okinawa, que fica a pouco mais de 500km de distância de Taiwan, também tem uma história ligada à China. A província é, oficialmente, parte do Japão e é, na visão do país, responsável por administrar as ilhas Senkaku/Diaoyu, que ficaram sob administração dos Estados Unidos durante seu período de ocupação de Okinawa. Ao mesmo tempo, iniciativas chinesas, como incentivar estudos de Ryûkyû, por exemplo, são vistas com desconfiança por alas mais conservadoras do Japão, por temerem ser uma tentativa de a China alegar que Okinawa seria parte de seu território, e não japonês. Movimentos de protesto por parte de locais também já foram acusados de serem financiados pela China para fomentar a ruptura das ilhas com o Japão, ideia que tira toda a nuance da situação e que apaga os anos de insatisfação e protesto por parte de cidadãos de Okinawa perante ações do Japão e dos Estados Unidos. Com esse panorama, Okinawa é um caldeirão de possibilidades que podem explodir a partir dos interesses de Japão, Estados Unidos e China. 

(Arquivo) Japoneses protestam contra a base do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA em Futenma, Ginowan, em 8 nov. 2009 (Crédito: Nathan Keirn/Wikimedia Commons)

No início de dezembro, o porta-aviões chinês Liaoning estava próximo das ilhas de Okinawa e Miyako e em dois momentos um caça J-15 chinês direcionou seus radares para F-15 japoneses durante alguns minutos, segundo relatado pelo jornal NHK. No dia 23 do mesmo mês, um grupo de legisladores do Congresso americano submeteu uma resolução à Câmara dos Representantes. No texto, condenaram a China por suas ações de coerção contra o Japão, citando o caso dos F-15, e pediram ao presidente Donald Trump que continue a trabalhar com os parceiros da região, reportou o jornal NHK.  

A possibilidade de maior envolvimento por parte dos Estados Unidos na situação traz o risco de que Okinawa se torne, novamente, um campo de batalha de uma forma mais ativa. Okinawa nunca deixou de estar envolvida em questões de insegurança causada por militares, devido à continuidade da presença estadunidense, como os inúmeros crimes e protestos resultantes deles comprovam. Somada ao envolvimento inevitável dos Estados Unidos, a escalada de tensões entre China e Japão traz à tona o risco de que, mais uma vez, as vontades dos cidadãos de Okinawa continuem a ser ignoradas.

 

Aline Gomes de Albuquerque Correia é doutora em Relações Internacionais pelo Instituto de Relações Internacionais da PUC-RJ e pesquisadora no Grupo de Estudos e Pesquisa em Ásia Pacífico. Contato: alinegalbucorreia@proton.me. 

** Revisão e edição: Tatiana Teixeira. Este conteúdo não reflete, necessariamente, a opinião do OPEU, ou do INCT-INEU. 

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