Internacional

Ucrânia, apoios políticos e enquadramentos da cobertura jornalística nos EUA

Fonte da imagem: Mondoweiss 

Por Tatiana Teixeira* [Informe OPEU] [Guerra na Ucrânia

Desde o início da guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022, o framing predominante do debate na imprensa americana é (sem surpresa) que se trata de uma “guerra de agressão russa”, ou de uma “invasão russa” do país. Há um destaque reincidente para o caráter contínuo e devastador do conflito e para a recorrência de temas como crimes de guerra, a resiliência ucraniana e a ameaça que o avanço russo representa para a segurança europeia e para a ordem global. Após um breve levantamento do material recente publicado/veiculado por alguns dos principais veículos midiáticos tradicionais dos Estados Unidos, o que se observou é que há um relativo consenso quanto à origem e à natureza do confronto.  Esse enquadramento acontece independentemente da linha editorial e do posicionamento político dos veículos consultados. As distinções aparecem na escolha das pautas e dos políticos e analistas entrevistados, no recorte dos temas, na construção dos personagens e das matérias especiais, ou ainda, na intensidade ou na insistência com que certos assuntos são abordados. Esclareço que isso não significa dizer que as abordagens são excludentes, mas, tão-somente, que algumas ideias são mais vocalizadas aqui e ali. 

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Enquanto alguns dos jornais mais tradicionais (como The New York Times e The Washington Post) reforçam o contraste entre uma Rússia “agressora” e uma Ucrânia “vítima”, outros (como The Wall Street Journal) desenvolvem argumentos sobre a urgência de se enviar mais armamentos para o país e de se retomar/normalizar as parcerias estratégicas dos aliados europeus. Abundam críticas a Donald Trump por “abandonar a Ucrânia” e por sua relação “pouco firme” com o presidente Vladimir Putin, como mostra o acompanhamento da cobertura da cúpula do Alasca e das negociações para um cessar-fogo e, espera-se, um acordo de paz. Temos ainda, na direção contrária, aqueles veículos mais representativos da mídia conservadora trumpista (como a emissora Fox News), que ressaltam os custos para os EUA e para os contribuintes americanos decorrentes da manutenção desse apoio. Seguindo essa mesma linha, repete-se que os aliados europeus devem fazer e assumir mais em termos militares e de segurança – tanto no que diz respeito a esse conflito, em específico, quanto à segurança continental, em seu conjunto. 

A ambiguidade proposital de Trump 

De certo modo, a postura recorrente e claramente ambígua do presidente americano sobre a guerra favorece e facilita essas diferenças de análise. Esse comportamento não seria aleatório. Trump anseia ter um protagonismo diplomático e usar o fim da guerra como a prova cabal de sua relevância para a estabilidade internacional (em que pesem as evidências contrárias) e de sua capacidade de negociação (quem sabe pensando em ser agraciado e reconhecido com o Prêmio Nobel da Paz). Trata-se, ainda, de 1) buscar se aproximar da Rússia para distanciá-la da China, visando a isolar e enfraquecer seu declarado grande rival e competidor global; 2) uma forma de agradar a sua base eleitoral MAGA, que não quer mais gastar seus poucos dólares americanos com outros países e seus problemas; e 3) distanciar-se da política externa de Joe Biden. No caso do democrata, apesar de ter-se empenhado na demonstração de seu apoio à Ucrânia – com imposição de sanções a Putin e concessão de ajuda e armamentos a Kiev, por exemplo –, o balanço de sua gestão nessa temática (e na política externa como um todo) não foi direta e proporcionalmente tão generoso por parte dos analistas. 

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A oscilação de Trump é acompanhada e reproduzida pela imprensa. Em fevereiro deste ano, por exemplo, os Estados Unidos votaram contra uma resolução da ONU, condenando a Rússia pela guerra. Trump chegou a culpar a Ucrânia pelo confronto e reduziu-lhe drasticamente a ajuda militar e financeira, um duplo movimento que deixou clara a linha vermelha de muitos de seus colegas de partido. Também intensificou as reclamações com a Otan e com os colegas europeus sobre o peso dos gastos dos EUA e a pouca contribuição dos aliados, além de sugerir ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que aceitasse fazer concessões de território a Putin. No outro lado da moeda, despachou seu enviado especial Steve Witkoff para mediar conversas, ameaçou impor tarifas de até 100% a aliados comerciais da Rússia (como Índia e China), reposicionou submarinos nucleares para águas próximas à Rússia e prometeu voltar a enviar armas, por meio dos europeus. A lista de exemplos é longa e, para o propósito deste texto, não se faz necessário me estender nela. 

Os políticos americanos no debate sobre a Ucrânia 

Também ganha espaço nas páginas noticiosas a divisão na política doméstica, notadamente, no Congresso. Alguns nomes surgem com frequência, em defesa de uma maior ou menor assistência à Ucrânia e de um maior ou menor enfrentamento em relação à Rússia. De novo: de um modo geral, o que é posto em xeque não é exatamente o apoio à Ucrânia, mas por quais meios e com qual amplitude isso pode ser feito. Outro ponto é que, qualquer que seja o grau, a adesão à Rússia não é uma das alternativas presentes no debate político nos EUA. Esta semana, por exemplo, no dia 19 de agosto, o líder da maioria no Senado, o republicano John Thune (R-SD), declarou que a Câmara Alta está preparada para impor sanções à Rússia, de modo a mantê-la na mesa de negociações. 

Acompanhados de uma parcela dos republicanos mais tradicionais (autointitulados neoconservadores ou não), os democratas são os que se manifestam mais claramente a favor do apoio à Ucrânia. Em geral, os congressistas democratas acusam o presidente Donald Trump de “negligência” e de “enfraquecer a Ucrânia”, país para o qual solicitam o envio de mais armamentos. Também pedem sanções duras contra a Rússia e criticam a aproximação de Trump com Putin. O argumento principal parte do entendimento de que a derrota da Ucrânia pode encorajar novos ataques, por parte da Rússia ou de outros “regimes autoritários”, e que a estabilidade global (ainda) depende de uma postura firme dos EUA. Aqui, temos um velho e conhecido axioma do internacionalismo liberal escanteado por Trump e que, mesmo em governos democratas, ficou, muitas vezes, no bonito plano das ideias: o de defesa da democracia e da soberania das demais nações contra a agressão de potências tirânicas. 

Em sua maioria, os correligionários do presidente defendem sua abordagem “pragmática” – o que, na prática, tem-se materializado nas idas e vindas mencionadas na seção anterior. As divergências recaem sobre como lidar com Putin, a possibilidade de uma intervenção direta no palco de guerra e o envolvimento dos EUA em conflitos no exterior. É o caso de alguns dos falcões republicanos tradicionais, como o senador Mitch McConnell (R-KT), um dos políticos de mais alto ranking a defender a Ucrânia e que instiga um papel mais assertivo dos Estados Unidos no mundo e um orçamento mais polpudo para o Departamento da Defesa. Entre outros republicanos que pedem sanções mais rigorosas contra a Rússia e aumento da assistência militar ao país, podemos citar os senadores Lindsey Graham (R-SC) e Lisa Murkowski (R-AK), e o ex-vice-presidente dos EUA Mike Pence, hoje um desafeto de Trump. 

Imagem(Arquivo) Zelensky discursa no Congresso americano, em um período ainda de grande consenso em relação ao apoio políticos nos EUA quanto à ajuda ao país em guerra, 21 dez. 2022 (Crédito: Gabinete da Presidência da Câmara)

Embora não seja majoritário, um outro grupo ganhou fôlego com o retorno de Trump à Casa Branca. Seus adeptos alegam que os Estados Unidos devem se concentrar em seus próprios problemas domésticos e em seus eleitores. Além de criticarem os altos custos do apoio à Ucrânia, veem a guerra como uma questão europeia, convocam a Otan a assumir o papel de liderança e sugerem que a atenção e a preocupação dos EUA devem se dirigir para outras áreas, como a Ásia, mais especificamente, a China. Enquanto os republicanos de tendência mais “isolacionista” têm como prioridades as negociações diretas e a redução de gastos militares em confrontos que “não são dos EUA”, os trumpistas da ala “America First” preferem a pressão econômica (na forma de tarifas, ou sanções, como se deve chamá-las) em vez do envolvimento militar.  

Crítico aberto da ajuda à Ucrânia, o vice-presidente J.D. Vance já se declarou contrário a qualquer envolvimento prolongado, defendendo que sejam feitas negociações com concessões para se obter um rápido encerramento do conflito. Por sua vez, o secretário da Defesa, Pete Hegseth, rejeita a entrada da Ucrânia na Otan e defende uma segurança europeia independente dos EUA. Também é favorável às concessões, incluindo territoriais. Qualquer que seja a preferência e o argumento, há uma obliteração da longa linha do tempo que nos levou ao estado atual das coisas, um trajeto em que, mesmo sem um esforço interpretativo e analítico exaustivo e profundo, observamos a presença, o peso e a (cor)responsabilidade dos EUA. 

O debate sobre a guerra na Ucrânia vai, portanto, para além do conflito em si. E coloca falcões democratas e republicanos eventualmente do mesmo lado. Deixo aqui três exemplos dessa convergência conveniente, que não é nem um pouco episódica. O primeiro deles: em abril, os senadores Lindsey Graham e Richard Blumenthal (D-CT) apresentaram um projeto de lei para endurecer as sanções contra a Rússia, com o apoio de 85 senadores. Outro esforço bipartidário recente foi o projeto apresentado no Congresso pelas senadoras Jeanne Shaheen (D-NH) e Lisa Murkowski, no final de julho, propondo o fornecimento de mais US$ 54,6 bilhões em ajuda à Ucrânia nos próximos dois anos, em meio ao fracasso, até o momento, das negociações de paz mediadas pelos EUA. O terceiro exemplo é o artigo de opinião “How to ensure America is ready for the next war”, publicado por McConnell e pelo senador democrata Chris Coons (D-DE), no jornal The Washington Post. Nele, ambos propugnam a aplicação de uma postura externa tradicional forte no caso ucraniano. Trata-se, portanto, de uma disputa política interna sobre a liderança global dos EUA e sobre como devem agir para manter seu lugar no mundo. Acontece que essa discussão se dá tendo como base e premissa um tipo de organização e estrutura de mundo que não existe mais e, talvez, nem volte a existir. 

A cobertura dos protestos de julho na Ucrânia 

Em julho deste ano, pela primeira vez desde o início da guerra, milhares de ucranianos foram às ruas protestar contra o governo, após o presidente Volodymyr Zelensky sancionar um polêmico projeto de lei. O texto aprovado pelo Parlamento da Ucrânia (Verkhovna Rada) e enviado para o Executivo concede a supervisão de duas importantes agências anticorrupção – o Gabinete Nacional Anticorrupção da Ucrânia (NABU) e a Procuradoria Especializada Anticorrupção (SAPO) – ao procurador-geral, um cargo eminentemente político. Críticos do projeto afirmam que ele restringe a liberdade de atuação de ambos os órgãos, ao conferir ao procurador-geral o poder de influenciar investigações e de arquivar casos. Entendem, com isso, que a medida pode vir a ser um potencial obstáculo para a adesão do país à União Europeia, já que uma das exigências do bloco é que o país adote “fortes medidas anticorrupção”. Embora tenha sido eleito em 2019 com a eloquente promessa de combater a corrupção, denúncias nesse sentido surgiram nos últimos anos contra algumas das principais autoridades do país, incluindo vários de seus aliados próximos. Na tentativa de conter danos, Zelensky agiu rápido, anunciando o envio de um novo projeto ao Congresso para garantir a independência das duas agências. 

Retomando o exercício que motivou este texto, observou-se uma clara diferença de abordagem entre os veículos tradicionais considerados mais representativos do mainstream liberal e aqueles mais conservadores. E, não à toa, esses distintos enquadramentos da cobertura do evento ucraniano têm uma relação bastante direta com a natureza do alinhamento político do veículo jornalístico e com a maneira de enxergar o tipo de inserção e de papel que os EUA devem ter no mundo.  

No primeiro grupo mencionado, as matérias ressoaram preocupação com o “futuro democrático da Ucrânia”. Jornais, como The New York Times e The Washington Post, emissoras de televisão, como a CNN, e agências de notícias, como a Associated Press (AP), trataram os protestos sob uma lente mais crítica, concentrando-se, sobretudo, em pautas como o enfraquecimento das instituições democráticas; o retrocesso na luta contra a corrupção e a tensão entre segurança e liberdades; a lei de controle sobre agências anticorrupção e o caráter autoritário da iniciativa de Zelensky e do Parlamento; o risco para a adesão à UE; e a reação da sociedade civil. Aqui, a narrativa predominante é que os protestos de julho de 2025 foram um teste crucial para a democracia ucraniana e que, mesmo em situação de guerra e sob lei marcial, o país “não pode abandonar” os princípios democráticos que justificaram o apoio de potências ocidentais. 

Reproduzindo a mesma dicotomia antagônica descrita anteriormente, esses jornais adotaram, em geral, um tom moralizante, opondo a heroicização ucraniana (“manifestantes em defesa da democracia europeia”; “protestos como prova de vitalidade democrática”) à vilanização da Rússia (por suas ações “deliberadas” e “bárbaras”, em especial, os ataques contra civis). Sobre as relações bilaterais, os protestos também aparecem 1) relacionados com as tensões entre a Ucrânia e o governo Trump, que condicionou a ajuda militar ao país à assinatura do acordo de mineração e do Fundo de Reconstrução com os EUA, e 2) como um motivo de preocupação para investidores americanos, no que diz respeito à estabilidade política e social do país. 

No caso de veículos conservadores, como a rede Fox News, as manifestações foram vistas como uma oportunidade – tanto para legitimar o discurso “isolacionista” à la Trump e validar sua postura “cética” em relação ao apoio irrestrito a Kiev quanto para questionar a política externa dos EUA do governo Biden para a Ucrânia. A esse respeito, sugiro a leitura da reportagem investigativa “The Partnership: The Secret History of the War in Ukraine”, de Adam Entous, publicada em 29 de março deste ano no jornal The New York Times. O texto expõe a real extensão do envolvimento dos americanos no conflito irrompido durante a Presidência democrata – e que é bem maior do que foi publicizado oficialmente. 

NEXTA on X: "🇺🇸🇺🇦 The Ukrainian army entered Russia's Kursk region  using U.S.-supplied weapons — without prior permission from Washington The  New York Times reveals secret details of U.S.-Ukraine military cooperation.  Here's

Assim, nesse segundo grupo, ganharam espaço analistas e políticos críticos da assistência financeira e militar, com destaque para os riscos de se manter essa ajuda e para o argumento de que os EUA “não deveriam estar gastando dinheiro dos contribuintes americanos” com um governo que não é “totalmente transparente”, não se apresenta como um “parceiro confiável” e/ou que tem “problemas internos de corrupção”. 

Framing: enquadrar para organizar e dar sentido 

Por que trazer a questão do framing (ou “enquadramento”) na cobertura jornalística da guerra na Ucrânia? Porque, entre outros pontos, a maneira como um determinado conflito é retratado nos jornais pode influenciar a opinião pública doméstica dos países envolvidos a se posicionar contra/a favor de mais/menos apoio, pressionando a classe política e suas decisões. Ressalto, contudo, que esse tema não é um debate pacificado em seu campo de conhecimento específico, visto que os jornais tanto podem influenciar, quanto serem influenciados, refletindo um humor, sentimento e percepção crescentes ou já instalados em uma dada sociedade.  

De qualquer modo, há bons trabalhos na área de Estudos de Mídia e Comunicação sobre, por exemplo, a cobertura da Guerra do Vietnã feita pelo jornal NYT antes e depois da divulgação dos Pentagon Papers e a evolução do apoio da população americana; ou sobre a cobertura midiática e a mudança do apoio às guerras que vieram na sequência do 11 de Setembro. Ainda sobre a cobertura jornalística de conflitos recentes, seus vieses e engajamento seletivo, sugiro a leitura do texto “Headlines and Front Lines: How US News Coverage of Wars in Yemen and Ukraine Reveals a Bias in Recording Civilian Harm”, de Esther Brito Ruiz e Jeff Bachman, publicado no site The Conversation, em 3 de agosto de 2023. Oportuna também é a consulta às obras Manufacturing Consent: The Political Economy of the Mass Media, de Noam Chosmky e Edward S. Herman (The Bodley Head 2008), e Política Externa na Era da Informação, de Leonardo Valente (Editora Revan, 2007). Ambas ajudam a entender o funcionamento, a estrutura e os interesses dos mais poderosos conglomerados midiáticos do mundo e como tudo isso fabrica ou implode consensos. 

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Voltando ao recorte específico deste texto, a identificação dos framings mais recorrentes ajuda a expor um traço característico do jornalismo que vai no sentido contrário de um de seus mitos fundacionais mais caros, valorizados e repetidos: o da objetividade e da neutralidade do material produzido, de quem produz e do veículo responsável por sua divulgação. Em seu trabalho, os profissionais da imprensa não apenas reportam a realidade, tal como ela é. Eles enquadram, moldam e a apresentam de uma forma específica. Como explica o sociólogo Erving Goffman, no clássico Frame Analysis: An Essay on the Organization of Experience (Harvard University Press, 1974; publicado no Brasil em 2012, pela Editora Vozes), framing se refere aos esquemas de interpretação que usamos para dar sentido a eventos, experiências e interações sociais. É por meio da organização e da interpretação do mundo, norteadas por diferentes molduras”, que os eventos ganham significado.

No caso dos jornais, diferentes frames – e, portanto, diferentes filtros e significados – podem ser obtidos com a seleção deste ou daquele evento; da ênfase em certos aspectos de um acontecimento; com o uso de determinada linguagem, vocabulário e metáforas; com a atribuição de responsabilidade (o “culpado/vilão” e o “herói/vítima”); com a legitimação ou deslegitimação de atores; ou ainda, com a construção de narrativas. Todo dia, escolhe-se o que contar, o que destacar, o que omitir, como contar, quando contar e para quem contar. E, como vimos nesse texto, nenhuma dessas escolhas é fortuita.

 

Tatiana Teixeira é editora-chefe do OPEU. Esteve nos EUA em junho e julho de 2025 para participar do curso de American Politics and Political Thought, realizado no âmbito da Civic Initiative, do Donahue Institute, vinculado à Universidade de Massachusetts Amherst (UMass). SUSI 2025 é patrocinado pelo Departamento de Estado dos EUA e administrado pela Universidade de Montana (UM). Trabalhos decorrentes do programa ou outros relacionados aos Estados Unidos são considerados de totais autonomia, iniciativa e responsabilidade da pesquisadora e não representam qualquer endosso ou adesão a quaisquer políticas e agendas por parte do governo americano atual, ou anteriores. Contato: tatianat19@hotmail.com. 

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