Brasil

Crise nas relações Brasil-EUA 

Em 200 anos de relações bilaterais, é a primeira vez que a soberania do Brasil sofre ataques dos EUA de forma tão contundente e direta, com claro apoio e entusiasmo declarado de parcela da classe política brasileira, atuando contra o próprio país (Crédito da arte: r/vexillology/ JournLingVex/Reddit)

Dossiê “Trump vs. O Mundo 

Por Williams Gonçalves* [Informe OPEU] [Dossiê] [Trump 2.0] [Tarifas] [Comércio] [Brics] [Brasil] 

Por mais que o governo brasileiro estivesse advertido sobre os problemas que o governo Trump 2.0 criaria para o mundo e para o Brasil, a situação por ele gerada vai muito além dos prognósticos mais pessimistas. Em tempo algum as relações do Brasil com os Estados Unidos estiveram tão conturbadas, com ataques ao poder soberano do Estado brasileiro sendo feitos às claras. Sob o inconsistente pretexto de defender relação comercial mais justa, o dirigente norte-americano aplicou duras sanções econômicas que atingem o conjunto da economia brasileira. Argumentando agir contra suposto poder tirânico exercido pelo Judiciário brasileiro contra seu simpatizante e ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro, processado pelas leis do país sob a acusação de tramar golpe de Estado para se perpetuar no poder, Trump tem agressivamente desrespeitado a mais alta corte do Brasil. E, para agravar esse quadro por si só tão desvairado, Trump conta com a cumplicidade explícita de segmento político partidário brasileiro instalado no próprio Congresso nacional, cujos parlamentares se vangloriam de atuar a serviço de seus interesses em solo pátrio. 

Donald Trump promoveu dramática mudança na inserção internacional dos Estados Unidos. Rompeu com o consenso bipartidário que caracterizou a ação internacional norte-americana desde o final da década de 1940, cujo objetivo era assegurar a posição hegemônica. Por entender que o elevado custo dessa Grande Estratégia desgastou o poder de Estado e permitiu que outros dela se beneficiassem para se desenvolverem econômica e militarmente, assim como para obterem vantagens econômicas em detrimento dos próprios Estados Unidos, ele renunciou à luta pela hegemonia e investiu contra acordos que tinham por finalidade proteger aliados, ao mesmo tempo em que denunciou o multilateralismo como danoso aos interesses nacionais. Desprezar a Aliança Atlântica, afastando-se da Europa e hostilizando o Canadá, foi, decerto, a mais significativa dessa sua orientação política. 

Apresentando como objetivo de governo o slogan Make America Great Again (MAGA), seu governo se move segundo uma concepção econômico-comercial protecionista, que muito lembra o mercantilismo dos primórdios do sistema capitalista de produção. Na prática, isso equivale a admitir a multipolarização do sistema internacional de poder.  

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Trump identifica a China como o inimigo estratégico, assim como havia feito Joe Biden, o antecedente governo representativo do consenso bipartidário. Conforme a prática política de Trump, a China ameaça os interesses dos Estados Unidos, tanto por seu desenvolvimento econômico e por seu avanço tecnológico em setores estrategicamente sensíveis quanto por se colocar na condição de alicerce do BRICS. Diferentemente do democrata, porém, Trump não tem recorrido a Taiwan como justificativa para ameaçar os chineses com guerra. A ação norte-americana tem-se pautado pela guerra tarifária e pelo protecionismo tecnológico, de um lado, e pelo constante ataque ao BRICS, em virtude do objetivo anunciado pelo bloco de eliminar o dólar como moeda internacional, de outro. 

Atacar e dividir, para enfraquecer e dominar 

De seu tácito reconhecimento da multipolarização do sistema internacional de poder decorrem duas linhas de conduta internacional. A primeira delas é a de se dispor a dialogar com os líderes dos demais polos de poder, como China e Rússia. É mediante esse diálogo que se superam as contradições e os impasses entre eles. A segunda dessas linhas de conduta é a definição das respectivas áreas de influência. De acordo com essa necessidade de definição, não faz sentido a Ucrânia se insurgir contra a Rússia, da mesma forma que não faz sentido deixar de apoiar Israel em favor dos palestinos. 

É nesse contexto que se encontra a explicação para o violento ataque desfechado pelo governo Trump ao Brasil. Não há uma causa única para que o Brasil seja repentinamente tratado como um Estado inimigo. São, na realidade, alguns fatores que se conjugam para determinar ataque. Eles são tanto por razões de política doméstica como por razões de política internacional, e são considerados igualmente importantes pelo governo atual.  

O entendimento dessa questão deve se iniciar, assim acreditamos nós, pela análise da composição de interesses que sustentam o governo Trump. Enquanto o consenso bipartidário priorizava os interesses do complexo-industrial militar, Trump atende a dois interesses simultaneamente, cada qual desempenhando papel muito importante. Graças a esses dois distintos grupos, Trump ganhou a eleição contra a candidata democrata e vem mantendo sua base de apoio, apesar de tomar decisões que estão comprometendo seriamente as bases das instituições republicanas dos Estados Unidos. São eles: os megalômanos objetivos dos bilionários dirigentes das Big Techs de exercer um poder sem limites, livre de restrições de ordem jurídica e de ordem política; e o movimento anarcolibertário concebido por Steve Bannon, que objetiva unir a extrema direita em toda parte para promover uma ordem privatista e avessa ao poder público. 

Aprofunde: Amigos, ‘pero no mucho’: como o governo Trump 2.0 vem lidando com as ‘Big Techs’

O Brasil é alvo do furioso ataque de Trump contra as bases da soberania e contra a economia por figurar, em primeiro lugar, como fundador do grupo BRICS.  

O BRICS nasceu de uma visão comum dos seus integrantes sobre a evolução da ordem internacional. Seu objetivo é eminentemente político: o de mudar aquela ordem internacional estruturada em Bretton Woods. O grupo foi-se organizando (2006-2009) em um contexto em que seus membros experimentavam significativo crescimento econômico, projetando um cenário em que cada qual teria peso relativo importante nos destinos da economia internacional. No Brasil, o grupo foi visto incialmente com descrédito. Sempre apresentado como um bloco econômico, era visto como sem futuro, por reunir países muito diferentes entre si e sem complementariedade econômica.  

Após a criação do Novo Banco de Desenvolvimento (2014), a visão geral que se passou a cultivar era a de que, ao Brasil, somente deviam interessar os objetivos econômicos, e não os objetivos políticos. Essa maneira de encarar o grupo exprime com muita nitidez a prevalência do sentimento pró-norte-americano entre as lideranças econômicas, políticas, intelectuais, acadêmicas e militares do país, que sempre estigmatizaram políticas externas de posição crítica aos Estados Unidos como antinaturais, contrárias à tradição diplomática e como política de governo, não de Estado.  

Pari passu à evolução do BRICS, a influência da economia chinesa foi-se revelando cada vez maior sobre o conjunto da economia brasileira. Essa influência se mostra tanto nas importações de produtos agrários, como na exportação de mercadorias e em investimentos em infraestrutura e no setor produtivo. Apesar de os Estados Unidos se manterem como parceiros econômicos importantes, as relações econômicas com a China atingiram um patamar que coloca esse país como um parceiro absolutamente indispensável, tendo, inclusive, superados os Estados Unidos no volume de trocas comerciais com o Brasil. Diante desse quadro cada vez mais complexo, o pró-norte-americanismo dos setores exportadores teve que ser relativizado: deixou de ser integral e passou a ser mais cultural. 

Doutrina Monroe Reloaded 

Na perspectiva norte-americana de Trump, essa é, em vista das novas tendências do sistema internacional e da nova inserção internacional dos Estados Unidos, uma posição intolerável. Ao tacitamente admitir que o sistema internacional assume estrutura multipolar, os norte-americanos não podem aceitar que o maior e mais rico país da América Latina fique de fora de sua área de influência e permaneça integrado a um grupo que apresenta China e Rússia como protagonistas. Quando, portanto, Trump aplica tarifas elevadíssimas sobre a entrada de produtos brasileiros no mercado norte-americano, ele o faz com óbvio propósito político de instigar seus aliados locais a mudar o rumo da política externa brasileira, retirando o país do BRICS. Procura mostrar a todos qual o preço a ser pago pelos brasileiros por procurarem se evadir da esfera de influência dos Estados Unidos. Não reconhece qualquer pretensão brasileira de exercício da liderança na região, buscando enquadrar o Brasil naquela conhecida condição de “quintal dos Estados Unidos”. No entanto, a reação não tem sido aquela por ele esperada, porque a truculência de suas atitudes provoca o sentimento nacional e, mais ainda, atinge os interesses daqueles setores econômicos que não mais podem prescindir do mercado chinês.  

A violência tarifária de Trump foi agravada com a exigência de o Poder Judiciário brasileiro, na face do Supremo Tribunal Federal, “encerrar o processo e a suposta injustiça” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, como se lê na missiva enviada: 

Conheci e lidei com o ex-presidente Jair Bolsonaro, e o respeitei muito, assim como a maioria dos outros Líderes de Países. A forma como o Brasil tratou o ex-presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos, é uma vergonha internacional. Este julgamento não deveria estar acontecendo. É uma caça às bruxas que deve acabar IMEDIATAMENTE! 

Devido em parte aos ataques insidiosos do Brasil às eleições livres e aos direitos fundamentais de liberdade de expressão dos americanos (conforme recentemente ilustrado pela Suprema Corte brasileira, que emitiu centenas de ordens de censura SECRETAS e ILEGAIS às plataformas de mídia social dos EUA, ameaçando-as com milhões de dólares em multas e despejo do mercado de mídia social brasileiro), a partir de 1º de agosto de 2025, cobraremos do Brasil uma tarifa de 50% sobre todo e qualquer Produtos brasileiros enviados para os Estados Unidos, desvinculados de todas as Tarifas Setoriais. As mercadorias transbordadas para fugir desta Tarifa de 50% estarão sujeitas a essa Tarifa mais elevada”. 

A carta divulgada por Trump, na qual ele anuncia a aplicação das tarifas às exportações brasileiras para seu país, descreve, sem inibição, os interesses aos quais pretende agradar. Na contramão das regras mais elementares de conduta de um dignatário, Trump pretende se imiscuir no aparelho judiciário brasileiro, contestando suas decisões. Em uma postura atrabiliária e imperial, arvora-se em fazer julgamento sobre as decisões da corte brasileira e ditar suas regras. Evidentemente que essa atitude, longe de exprimir qualquer apreço que tenha pelo ex-presidente brasileiro, busca dar satisfação ao movimento conduzido por Steve Bannon de contribuir para a desestabilização das instituições do país, com a clara intenção de abrir caminho – seja pelo golpe de Estado, seja pelas eleições do próximo ano – para a ascensão da extrema direita brasileira ao poder de Estado. Para tanto, conta com o auxílio de um dos filhos do ex-presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro. Instalado em território norte-americano, ele conspira despudoradamente contra as instituições democráticas do Brasil, apesar de continuar recebendo seus proventos de forma regular. 

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A investida contra a alta corte brasileira atende, contudo, ao outro interesse igualmente importante para o governo Trump, que é aquele das Big Techs. Para os dirigentes dessas empresas gigantes, o empenho do juiz do STF Alexandre de Moraes em regular as plataformas digitais e em impor limites à sua atuação é inadmissível. Com sua atitude firme de não aceitar pressões internas e externas em sua determinação de criar essa legislação, Moraes tem prejudicado a execução do projeto MAGA 2.0, o qual, segundo Reynaldo Gonçalves em texto para o site Brasil247, consiste em uma “estratégia de recolonização silenciosa, via tecnologia e guerra híbrida”. Isto é, desmoralizar e deitar abaixo a burocracia de Estado, com vistas a instaurar um modelo de governança sem freios e sem restrições dos poderes do Judiciário e do Congresso, um verdadeiro poder absoluto – como, aliás, o Executivo de Trump 2.0 já está fazendo nos Estados Unidos, com impressionante diligência e nas mais diversas frentes. 

Com seu comportamento histriônico, não poucas vezes considerado treloucado, Trump, na realidade, segue uma estratégia bem pensada. No plano interno, apoiando-se no populismo de Steve Bannon, persegue a desestruturação institucional dos Estados Unidos, com o claro objetivo de inviabilizar o retorno dos políticos tradicionais e garantir a perpetuação do seu movimento MAGA. No plano externo, o objetivo é maximizar o poder do Estado, de modo a impedir que a China alcance uma vantagem muito expressiva na competição travada por ambos. Para alcançar esse objetivo, Trump pretende que os Estados Unidos voltem a exercer incontestável influência em toda a América Latina, o que supõe a instalação de governos subservientes à orientação ditada pelo movimento dirigido por Bannon. 

A ofensiva desencadeada por Trump não tem precedente. Nunca o Estado brasileiro sofreu assédio em tal grau de intensidade. Ao mesmo tempo, governo algum brasileiro respondeu pressão norte-americana com tamanha serenidade e altivez. Imediatamente, buscou-se superar as dificuldades tarifárias por meio do diálogo com os setores econômicos importadores de produtos brasileiros. Para esses setores, a decisão de Trump de elevar drasticamente as tarifas de importação também causa problemas econômicos. A importação de determinados produtos se torna proibitiva, o que resulta em desorganização dos negócios e prejuízos, pelo menos enquanto não se consegue importações alternativas. Na mesma medida, os exportadores brasileiros procuram novos importadores para não dificultar a continuidade da produção. 

Considerando-se que as questões que hoje separam o Brasil dos Estados Unidos não são laterais ou secundárias, mas sim questões que o governo Trump considera vitais para os Estados Unidos, enquanto o Brasil não ceder à sua vontade, as pressões continuarão e provavelmente aumentarão. Esse contexto representa, desse modo, enorme desafio para o governo Lula da Silva.  

Resistência brasileira 

O presidente Lula está conseguindo administrar essa crise de maneira bastante satisfatória. Parte da oposição política ao seu governo denuncia a participação do Brasil no BRICS como responsável pela crise nas relações com os Estados Unidos, e alguns setores simplesmente reivindicam imediata submissão ao desejo de Trump. Todavia, por um lado, prevalece amplamente o argumento de que Trump desrespeita abusivamente da soberania do Estado brasileiro e que, por isso, não há cabimento em ceder. Por outro, reconhecendo o impacto que as medidas tomadas por Trump tem sobre a economia brasileira, o governo tem atuado no sentido de auxiliar financeiramente os setores produtivos mais atingidos, assim como tem apoiado esses setores na busca de mercados alternativos para suas mercadorias.  

07.07.2025 - Fotografia de família dos Chefes de Estado e … | FlickrFotografia de família dos Chefes de Estado e de Governo dos países-membros, parceiros e de engajamento externo do BRICS, no Museu de Arte Moderna (MAM), Rio de Janeiro, RJ, em 7 jul. 2025 (Crédito: Ricardo Stuckert/PR/Flickr)

Do ponto de vista estratégico, o que se verifica, entretanto, é que a política truculenta de Trump está apresentando como imediato resultado uma aproximação ainda maior do Brasil junto aos demais parceiros do BRICS. Como Trump nunca trabalha com a persuasão, mas sempre com ameaças, longe de um afastamento em relação ao BRICS, o que se observa é uma intimidade cada vez maior, principalmente com a China, país que, pela capacidade econômica e pelas dimensões de seu mercado, tem aumentado seu comércio com o Brasil, absorvendo os excedentes exportáveis. O tom grosseiro e impositivo de Trump não ajuda sua causa, somente serve para estimular os países do BRICS a uma maior coesão. 

Em nosso entendimento, a questão que se apresenta como o grande desafio é: até que ponto essa aproximação junto ao BRICS pode avançar? Consideramos o tema pertinente, pois o socorro que a China está a prestar tem, por assim dizer, caráter de urgência. Trata-se de buscar imediata solução para um problema econômico e social que o tarifaço repentinamente criou. Mas, o sistema político brasileiro estará disposto a aceitar uma ruptura das relações com os Estados Unidos e a arcar com todas as consequências de tal escolha? Não se deve esquecer que, para as elites pró-norte-americanas brasileiras, o governo Trump é um acidente. Elas continuam a alimentar uma boa imagem dos Estados Unidos e, ao mesmo tempo, a cultivar a má imagem que têm da China e da Rússia. Sendo assim, não é difícil prever que, quando a atual urgência virar normalidade, o questionamento a respeito da direção da inserção internacional do Brasil aumentará de intensidade. Sobretudo, quando consideramos que as eleições que decidirão a sucessão do presidente Lula da Silva se aproximam.  

Enfim, caminhamos para um embate que sempre foi evitado, qual seja: entre a submissão à hegemonia (regional) dos Estados Unidos ou a real autonomia decisória. Segundo tudo indica, dessa vez não haverá como contornar a questão.

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Informe “Rotas de colisão”, 18 de maio de 2024

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Informe “Repensar a Estratégia dos Estados Unidos”, 2 ago. 2023

Informe “Desglobalização, guerra e a tentativa dos EUA de Biden de conter a China”, 4 jun. 2023

Informe “O G7 de Hiroshima”, 19 de maio de 2023

Informe “Grande Estratégia dos EUA: continuidade, ou mudança?”, 2 mar. 2023

Informe “O que o Brasil faz no Mar Negro aliado à OTAN?”, 27 jul. 2021

 

*  Williams Gonçalves é Professor Titular de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e professor do Programa de Pós-Graduação em Estudos Marítimos da Escola de Guerra Naval (PPGEM-EGN). Doutor em Sociologia, também é pesquisador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre Estados Unidos (INCT-INEU).

Entre outros livros, é autor de A China e a nova ordem internacional (Editora Ayran, 2023) e O realismo da fraternidade: as relações Brasil-Portugal no governo Kubitschek (Funag, 2024).

** Revisão e edição: Tatiana Teixeira. Primeira versão recebida em 5 mar. 2025. Este conteúdo não reflete, necessariamente, a opinião do OPEU, ou do INCT-INEU.

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