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Lançamento: “Estados e mercados: Os Estados Unidos e o sistema multilateral de comércio”

O OPEU tem o prazer de anunciar a publicação de “Estados e mercados: Os Estados Unidos e o sistema multilateral de comércio”, do prof. Sebastião Velasco e Cruz.

Nos setenta anos de sua existência, o sistema multilateral de comércio, criado para dinamizar a economia internacional e aplacar as rivalidades entre as nações depois da Segunda Guerra, passou por inúmeras transformações. A mais importante delas deu-se na última década do século passado e teve como expressão mais visível a criação da Organização Mundial de Comércio (OMC). Ao cabo de uma longa rodada de negociações internacionais, a abrangência do sistema multilateral de comércio foi muito ampliada e sua filosofia de base sofreu mudanças significativas.

Hoje, frustradas por mais de 15 anos todas as tentativas de concluir outra rodada de negociações com vistas à geração de novas normas, esse sistema parece estar vivendo um momento crítico. Reforçam essa impressão a enorme quantidade de acordos comerciais celebrados, ou em negociação, fora da OMC, e a crítica contundente formulada contra o comportamento dessa organização pelas autoridades dos Estados Unidos.

Apoiado em forte argumento teórico, nesta obra Sebastião C. Velasco e Cruz mobiliza vasta e diversificada documentação para analisar em detalhes o papel desempenhado pelos Estados Unidos em todas as etapas desse longo processo. Ganha destaque ainda neste trabalho o esforço continuado dos países em desenvolvimento – frequentemente sob a liderança do Brasil e da Índia – pela criação de condições institucionais favoráveis ao avanço de suas economias e à superação dos graves problemas que afetam suas sociedades.

O livro pode ser adquirido aqui e aqui.

Lançamento: Política e Direito na Suprema Corte Norte-Americana

O OPEU tem o prazer de anunciar a publicação de “Política e Direito na Suprema Corte Norte-Americana: debates teóricos e estudos de caso”, obra organizada pelo prof. Andrei Koerner.

Esta coletânea apresenta pesquisas sobre as relações entre direito e política na Suprema Corte norte-americana, em que as questões estratégicas e normativas são discutidas com enfoque institucional, sociológico e histórico. Os capítulos resultam do esforço de realizar a análise crítica dos trabalhos de ciência política norte-americana, não só como prática habitual da pesquisa científica e pelo papel modelar das instituições daquele país para as nossas próprias instituições, mas também pela presença e circulação muito seletiva entre nós daquelas teorias e discursos sobre o Judiciário e a Constituição. Assim, os capítulos têm como horizonte enfrentar os desafios de pesquisar, em ciência política, as relações entre instituições judiciais, política e sociedade no Brasil contemporâneo.

Editora UEPG
Ano de publicação: 2017
Organizador: Andrei Koerner
Edição: 1.ed.
ISBN: 978-85-7798-219-6
Páginas: 280

Mais informações, clique aqui.

Lançamento: Os Estados Unidos e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos

O OPEU tem o prazer de anunciar a publicação de “Os Estados Unidos e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos”, obra organizada por Marrielle Maia, Débora Alves Maciel e Andrei Koerner.

Trata-se de uma coletânea de análises dos resultados de investigação empírica sobre denúncias de violação de direitos humanos contra os Estados Unidos (EUA), apresentadas e acolhidas pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da Organização dos Estados Americanos (OEA), no período de 1971 a 2012.

A obra resulta de atividades de atividades do grupo de pesquisadores sobre direitos humanos do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-INEU), e foi realizada no âmbito do Grupo de Pesquisas sobre Direito e Política (GPD/Ceipoc/UNICAMP), do Grupo de Estudos sobre os Estados Unidos (GEA/IERIUFU), do Núcleo de Pesquisas e Estudos em Direitos Humanos (Nupedh/IERIUFU) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Os capítulos tem contribuições dos organizadores e também de Karen Sakalauska, Juliana Belangero, Gustavo Macedo, Isabela Garbin Ramanzini e Rodrigo Lima.

O download do E-book é gratuito no site da FUNAG.

Grupo de trabalho sobre Estados Unidos na ANPOCS

Para além da surpreendente eleição de Donald Trump, o ano de 2016 trouxe à tona fenômenos que colocam questionamentos urgentes sobre a sociedade e a política nos EUA.

Trump, obviamente, tornou-se o líder de um movimento de insatisfação com a classe política e com os rumos da economia nos EUA. Por vezes, tal movimento assume tons populistas, antiglobalização, nacionalistas, e de caráter xenófobo e misógino.

Por outro lado, mas não menos surpreendente, a incapacidade da candidata Hillary Clinton e da ala majoritária do Partido Democrata em atrair interesse por sua plataforma foi contrastada pelo entusiasmo dos apoiadores de Bernie Sanders, sobretudo frente a eleitores jovens. Sanders, e a ala progressista democrata, tem visões sobre os impactos da globalização e os rumos da política externa dos EUA, que se aproximam, paradoxalmente, das posições de Trump.

Essas tendências e fenômenos tornam-se ainda mais intrigantes na medida em que o ex-presidente Barack Obama deixou o cargo com alta taxa de aprovação, e com a economia em trajetória ascendente e criando empregos.

Tomando distância do cenário político atual, faz-se necessário compreender quais dessas tendências são conjunturais e quais são estruturais. Dos fenômenos recentes, quais são passageiros e quais terão impacto duradouro na sociedade e política nos EUA? Como essas tendências se relacionam com processos políticos e sociais fora dos EUA, tais como o crescimento do nacionalismo na Europa ou a onda conservadora no Brasil e na América do Sul? Quais seus possíveis impactos sociais, econômicos e geopolíticos no mundo?

Para discutir essas e outras questões, o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-INEU) chama a comunidade acadêmica e pesquisadores trabalhando nas mais diversas áreas de Estudos sobre os Estado Unidos para participar do grupo de trabalho a ser realizado no 41º Encontro Nacional da ANPOCS em Caxambú, de 23 a 27 de outubro de 2017.

Veja a chamada para trabalhos completa aqui.

As inscrições devem ser feitas no site da ANPOCS: www.anpocs.org.br

A data limite para o envio de propostas é 10 de abril de 2017.

Lançamento de livro: O Direito de voto, por Alexander Keyssar

O OPEU tem o prazer de anunciar o lançamento de O Direito de voto: A controversa história da democracia nos Estados Unidos, do professor Alexander Keyssar, da Universidade de Harvard.

A publicação é uma iniciativa do INCT-INEU, em conjunto com a Editora UNESP.

O Direito de voto, Alex Keyssar

O Direito de voto: A controversa história da democracia nos Estados Unidos
Prof. Alexander Keyssar
Editora Unesp
618 páginas
ISBN13: 9788539305735

Sinopse:

Por que os donos do poder político passam a compartilhar esse poder com os outros, milhões de outros, na história moderna, por meio da ampliação do direito de voto? Como isto aconteceu nos Estados Unidos? Por que, no país, esse direito expandiu-se em certas épocas e certos lugares, enquanto se restringiu em outros? Qual é o papel das guerras na ampliação do direito de votar? Estas são algumas das questões que Alexander Keyssar busca responder neste livro, uma crônica da história do direito ao voto nos Estados Unidos do fim do século 18 aos anos 2000.

Registro da evolução das leis que definiram e circunscreveram o eleitorado americano, a obra faz uma narrativa minuciosa acerca dos diferentes modos pelos quais as mulheres, os afro-americanos, os trabalhadores da indústria, os imigrantes e muitos outros grupos adquiriram e, às vezes, perderam o direito de voto. E mostra que as questões que permeiam esse direito caminham juntas às indagações sobre as origens da democracia e os obstáculos ou ameaças à existência desse regime: “A evolução da democracia, assim como a do direito de voto, raramente seguiu um caminho reto e sempre foi acompanhada de profundas contracorrentes antidemocráticas”, escreve Keyssar. “A história do sufrágio nos Estados Unidos é uma história de expansão e contração, de inclusão e exclusão”.

No caso da expansão do sufrágio nos Estados Unidos, o autor mostra que ela foi lenta, e gerada por diversas forças e fatores chave, alguns dos quais celebrados há muito tempo por estudiosos e jornalistas, como a dinâmica de acordos fronteiriços, a emergência de partidos políticos concorrentes, o crescimento das cidades e da indústria, o florescimento dos ideais e convicções democráticas e a campanha efetiva de mobilização por parte dos próprios grupos sem direito ao voto.

As principais expansões do sufrágio na história americana, no entanto, aconteceram durante ou como consequência de guerras. Os exércitos deviam ser recrutados quase sempre das chamadas classes inferiores da sociedade, mas não se podia obrigá-las a pegar em armas enquanto lhes era negado o direito ao voto. Ao lado disso, guerras demandavam mobilizar o apoio popular, ou seja, tornar politicamente influente qualquer grupo social excluído do sistema político.

Os Estados Unidos chegaram aos anos 1960, quando a maioria dos afro-americanos não podia votar no Sul,com grandes restrições ao direito de voto. Até 1920 as mulheres eram impedidas de votar na maior parte das jurisdições. E, por muitos anos, os imigrantes asiáticos foram privados do direito de voto porque não podiam tornar-se cidadãos, ao mesmo tempo que mesmo entre nativos americanos era muito mais frequente a ausência do que a existência desse direito. “Apesar de seu papel pioneiro na promoção dos valores democráticos, os Estados Unidos foram um dos últimos países no mundo desenvolvido atingir o sufrágio universal”, escreve Keyssar.

Lançamento de livro: O Peso do Estado na pátria do mercado, por Reginaldo Moraes e Maitá Silva

O OPEU tem o prazer de anunciar o lançamento de O Peso do Estado na pátria do mercado: Os Estados Unidos como país em desenvolvimento, de Reginaldo Moraes e Maitá Silva.

Este livro mostra o papel decisivo do poder público para desenhar o desenvolvimento dos Estados Unidos. A ação dos estados e governos locais promoveu a construção de infraestrutura na primeira metade do século XIX – e o país foi mudando de cara. O governo federal, sobretudo através da política de doação de terras, impulsionou a disseminação de escolas, gerando infra-estrutura de conhecimento para desenvolver o país. Fez o mesmo com as ferrovias, implementando a ocupação do território. As políticas federais de pesquisa e inovação, principalmente no século XX, ajudaram a constituir a liderança econômica e tecnológica norte-americana. Frequentemente nos apresentam os Estados Unidos como pátria do mercado e da livre-iniciativa, mas essa é apenas metade da estória. Ali, o Estado insiste em existir, implementa políticas, altera o curso das coisas, redesenha o país. São episódios dessa epopéia que o livro retrata, como um exercicio que serve para entender um pouco do grande gigante do norte mas serve, também, para pensar o quanto e como tais lições são apresentadas, aos países hoje em desenvolvimento, como caminho a seguir.

A publicação é da Editora UNESP.

O Peso do Estado na pátria do mercado: Os Estados Unidos como país em desenvolvimento
Reginaldo Moraes e Maitá Silva
Editora Unesp
ISBN13: 9788539305018

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